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domingo, 29 de março de 2020

Tex - Em Território Selvagem - Coleção Tex Gold - Salvat #45


Para se ler Tex é preciso reprogramar a mente e se desvincular da narrativa tradicional de "super-heróis"? Bem... Falando por mim, eu diria que sim. É necessário desconstruir algumas expectativas e se abrir para outras, mais sutis, mais intimistas e estar preparado para pérolas escondidas no sub-texto. Minha experiência com Tex é recente e confesso que relutei em submergir nesse Universo Bonelliano. Ao ler Tex - Em Território Selvagem (Nei Territori Del NordOvest) (Coleção Salvat Tex Gold #45) fui sendo gradativamente seduzido pela atmosfera hermética, silenciosa e hostil de uma época em que para se sobreviver era preciso ser forte, e para se sobreviver sendo "bom", era preciso ser mais que forte, era preciso ser corajoso. A partir da leitura deste encadernado acho que finalmente estou me sintonizando com o Ranger mais famoso do Universo Bonelliano. Em Território Selvagem foi uma grata surpresa, sobretudo porque consegui me deixar levar pela narrativa mais "pé no chão" das histórias do personagem. Mas há também outros atrativos incríveis na história, dentre eles o ambiente no qual se desenrola, as terras selvagens e geladas do grande norte (Canadá/Alasca). Além disso, personagens críveis como o Coronel Jim Brandon da Polícia Montada do Canadá; Gros-Jean, amigo de Tex e Carson e um ex-bandido; Dawn, a irascível e violenta jovem mestiça que acompanha Tex em sua jornada ao longo da história e, por fim vilões realmente maus.


Genocídio, violência, xamanismo, mesticismo, folclore e sincretismo são os ingredientes de Em Território Selvagem. Tudo emoldurado por um forte senso de amizade que permeia os objetivos do Ranger Tex e seu parceiro Kit Carson em relação à um antigo amigo, que parece agora estar em apuros, o Coronel Jim Brandon. A história me fez entender pela primeira vez os objetivos e princípios pelos quais Tex Willer vive. Inteligente, sagaz, leal e com uma profunda capacidade de entender as situações em seu contexto e abrangência, o Ranger consegue tomar decisões frente à determinadas situações que até o próprio leitor fica sem entender como seria possível sair da enrascada. A crueza do ambiente gelado em que os personagens se encontram na história, permite ao leitor sentir em sua alma as dificuldades físicas e mentais a que todos estão submetidos.


Tex e Carson precisam enfrentar o clima na busca de seu amigo que está à caça do bandido Red Duck, agora conhecido como Golden Eye. Um sujeito realmente mal, líder de um bando de fora-da-leis genocidas, ambiciosos e cruéis. O roteirista Mauro Boselli conseguiu escrever uma história que se desenrola de maneira a explicar, de forma muito devagar e sutil, a dimensão de tudo. O leitor acha que está lendo apenas à uma história de resgate à um amigo, mas vai se surpreendendo que tudo é muito mais profundo, difícil, cruel e amargo do que à princípio parece. Em meio a toda essa maldade e violência, a figura de Tex cresce justamente por fornecer ao leitor um amparo, um porto seguro de que há alguém forte o suficiente para enfrentar toda injustiça e crueldade que se apresenta. Acredito que foi todo esse contexto que me fez perceber a grandeza do personagem.


Como mencionei acima, a história começa de forma intimista dentro de um pequeno microcosmo de pessoas, mas se expande e ganha dimensões épicas, de maneira que do meio para o final do encadernado eu já conseguia facilmente imaginar a história como sendo digna de um filme de John Ford. A arte de Em Território Selvagem é assinada pelo espanhol Alfonso Font. Particularmente eu sempre achei a arte de Tex muito parecida, com quase nenhuma variação de uma história para outra, independente de se mudarem os artistas. Isso sempre me incomodou e de alguma forma ainda incomoda. Achei que a arte de Font é boa, mas ainda assim parecida com a que vi em outras histórias do personagem. Mas esse é o tipo de coisa que fica absolutamente minimizado a partir da qualidade do roteiro e dimensionamento dos personagens.


Em Território Selvagem foi para mim um marco como introdução definitiva ao universo do Ranger Bonelliano. Recomendo a leitura e, minha dica para quem, como eu, tem alguma ressalva a materiais fora do eixo "super heroico" é que, em 1º lugar, procure a desconstrução que mencionei no início da matéria. Você se surpreenderá!! Um grande abraço à todos os Pards!

sábado, 21 de março de 2020

Pílulas Fílmicas #5: Alphaville (1965)


Alphaville (Dir. Jean-Luc Godard - 1965). Um filme difícil. Difícil em sua estrutura narrativa e em suas metáforas. Mas de uma beleza singular ao resgatar (em minha opinião pelo menos) elementos do Noir Clássico. Jogos de sombras que definem o ambiente interno de seus personagens em uma melancolia que permeia toda obra. Uma distopia acerca da perda da humanidade esmagada pela frieza e racionalidade. Assisti em pequenas doses para poder digeri-lo... Mas ao final uma grande obra de silêncios e angústias. É impossível não se emocionar com a decadência que permeia o filme, lembrando a própria fala dos personagens: Alphaville - A Capital da Dor. A despeito de tudo isso, no entanto, uma obra "sobre o amor".

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Pílulas Fonográficas #1: Trans-Europe Express - Kraftwerk (1977)


Em 1977, enquanto boa parte da juventude Norte e Sul Americana vivia o rescaldo do movimento hippie ou curtia os embalos da DISCO, 4 jovens alemães (da esquerda para direita: Wolfgang Flür; Karl Bartos; Florian Schneider; Ralf Hütter), o Kraftwerk, inventavam uma música à frente do seu e até de nosso tempo. Uma música de uma beleza estranha, surreal e lisérgica. Sua obra máxima (em minha opinião) é Trans-Europe Express (TEE), álbum que se estrutura dentro de linhas melódicas que fazem menção direta a uma Europa sonhada nos anos 30 com seus gigantescos edifícios Art-Deco. Uma Europa utópica, de uma beleza polar e mecânica. Lançado em março de 1977 e gravado em Düsseldorf no Kling Klang Studios, TEE é o amadurecimento sonoro do Kraftwerk ao misturar nostalgia com o distanciamento de uma sociedade tecnológica. A célula sonora que abre o disco na faixa Europe Endless se faz ouvir ao longo dos seus 9min41s, enlevando o espírito humano na direção de uma utopia civilizatória para, logo em seguida, o derrubar na faixa 2 chamada The Hall of Mirrors, um lamento robótico pela perda de personalidade que grandes personagens do mundo pop passaram. Nessa mesma linha, a faixa 3, Showroom Dummies não poderia ser mais atual, ao situar a perda completa da capacidade de pensar de pessoas alienadas em um mundo mecânico e tecnológico. A faixa título TEE é, sem dúvida nenhuma, uma epopeia sonora de 6min37s que emenda com Metal on Metal. O Expresso Trans-Europeu da música nos parece um fantasmagórico trem que trilha, sem cessar, o imaginário de um futuro que nunca chegou. O disco fecha com Franz Shubert e Endless Endless. Duas faixas que, de tão belas, nos parece um convite para continuar acreditando na utopia. Caso queira conhecer Trans-Europe Express prepare-se para mergulhar em um grande e profundo oceano sonoro de grandeza e glória que envelheceu. Maravilhoso.







domingo, 9 de fevereiro de 2020

Pílulas Séricas #1: Messiah (2020)


A 2ª Vinda de Jesus à Terra, também chamada de 2º Advento, vem sendo anunciada pela fé cristã há séculos. Este Advento é na maioria das vezes divulgado, sobretudo pelas Igrejas de origem Pentecostal e Neo-Pentecostal da 1ª metade do Século XX, como algo apoteótico e em escala planetária, baseando-se na interpretação de textos bíblicos que realmente parecem dar esta conotação à 2ª Vinda. Messiah (NetFlix 2020) traz uma releitura extremamente interessante para o 2º Advento, ou seja, apresenta-o de forma intimista, acontecendo em um microcosmo de pessoas e que (tal qual aconteceu na 1ª vinda), lentamente vai ganhando expressão mundial. A figura central, obviamente, suscita descrença e paixão ao mesmo tempo, e a ambiguidade da real origem e natureza de sua pessoa permeia toda a série. A obra traz, em minha opinião, um excelente exercício no sentido de se ver a figura do Messias para além das jurisdições religiosas, ou seja, todos querem capitanear em cima de sua figura, mas Ele parece não vir satisfazer instituições, mas sim pessoas. Esta perspectiva coloca o suposto Messias da série fora da "casinha" religiosa que cada Instituição colocou sobre ele, o que nos leva a uma reflexão extremante interessante. Apesar do que já li acerca da interpretação do ator Franco-Belga Mehdi Dehbi (o Messias do título), para mim ele está extremamente crível em seu papel. Dehbi entendeu, em minha opinião, perfeitamente o caráter divino e ao mesmo tempo humano que permeia uma figura como a que ele interpreta, e esta ambiguidade é traduzida em cada fala sua. Ao longo da série fui ficando com uma vontade cada vez maior de acreditar que ele é quem realmente diz ser. Para um cristão, como eu, a série vem trazer um olhar diferente, porém crível e ao mesmo tempo canônico para o 2º Advento, principalmente se pensarmos no objetivo do Messias da série, o estabelecimento do "Milênio", a Era de Paz que a escatologia bíblica moderna interpreta como o período sucessor da Grande Tribulação e que antecederá o Grande Julgamento Final do Trono Branco.





domingo, 2 de fevereiro de 2020

Guia de Leitura: Encadernados Capitão América


Uma das coisas mais interessantes de um colecionador fazer é catalogar sua coleção. O processo proporciona além do óbvio senso de organização, uma incrível oportunidade de se transportar à outras épocas de nossas vidas, já que cada obra foi comprada ou lida em uma fase específica na qual sentíamos e vivíamos determinadas coisas. Mas outro desafio, igualmente prazeroso para o colecionador, seria organizar a coleção dentro de uma perspectiva histórica e cronológica de determinado personagem ou equipe. Apenas fazendo isso é que temos a real perspectiva do que temos em mãos em se tratando da linha cronológica das fases de cada personagem. Ao fazer isso, conseguimos situar, por exemplo, o que realmente temos em nossas coleções dentro da mitologia ficcional do personagem. A elaboração das Guias que tenho trazido aqui tem servido a este princípio para mim, ou seja, situar minha coleção dentro da perspectiva mitológica de cada personagem. Isto tem me dado a ideia do que realmente tenho em minha estante. Compartilho, portanto mais uma Guia Cronológica dos encadernados que saíram aqui no Brasil de um herói que particularmente gosto muito: o Capitão América.

Caso você se interesse por alguns destes encadernados e os quiser adquirir, peço a gentileza que o faça por meio dos links da Amazon que disponibilizei abaixo de cada Guia. Assim você estará ajudando muito o Blog. Ok?


1 - Coleção Graphic Novel Salvat Nº XXX - Capitão América e Falcão - O Império Secreto.

2 - Coleção de Graphic Novel Salvat Nº XXXVI - Capitão América - A Bomba Enlouquecedora.

3 - Coleção Graphic Novel Salvat - Os Heróis Mais Poderosos da Marvel Nº 7 - Capitão América (Semelhante ao encadernado "Os Maiores Clássicos do Capitão América" (Panini)).



Coleção Marvel Edição Especial Limitada Salvat - Capitão América:

4 -  Vol. 01 (o vol. contém o conteúdo de  Capitão América - Operação Renascimento (Panini)). 

5 - Vol. 02.

6 - Vol. 03.


07 - Coleção de Graphic Novel Salvat Nº 37 - Capitão América - O Novo Pacto.

08 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - O Soldado Invernal (contém o material de dois números da Coleção de Graphic Novel Salvat - Nº 06 e Nº 11).


09 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - A Ameaça Vermelha.

10 - Coleção Marcel DeLuxe Panini - Capitão América - A Morte do Sonho.


11 - Coleção de Graphic Novel Salvat Nº 32 - Capitão América - Morre Uma Lenda.


12 - Capitão América - A Escolha = Coleção de Graphic Novel Salvat Nº 15.



13 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - O Homem que Comprou a América.

14 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - A Flecha do Tempo.

15 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - Renascimento.


16 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - O Julgamento do Capitão América.

17 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - Sonhos Americanos.


18 - Coleção Marvel DeLuxe Panini - Capitão América - Novas Ordens Mundiais.


19 - Coleção de Graphic Novel Salvat Nº 94 - Capitão América - Náufrago na Dimensão Z.


Bem amigos! Espero que tenham gostado desta linha do tempo! Fiquem ligados aqui no Blog... Este ano comemoramos 10 anos de existência! Forte abraço! !

domingo, 12 de janeiro de 2020

Guia de Leitura: Lanterna Verde - Encadernados Pré-Novos 52 - Atualizado - Agosto/2020


Olá amigos... Há pouco tempo a editora Panini Comics finalizou aqui no Brasil uma grande fase de histórias envolvendo o Lanterna Verde Hall Jordan e toda mitologia que o segue. São histórias que precederam o Reboot da DC de 2012 Os Novos 52. Esta longa narrativa teve lugar sobretudo após os anos 2000, e teve como grande orquestrador o conhecido Geoff Johns. Roteirista que expandiu a mitologia do herói ao descortinar toda uma gama de outras tropas que não apenas a Tropa dos Lanternas Verdes. Este post visa fornecer a você um guia de leitura para se situar dentro dos inúmeros encadernados que saíram não apenas pela editora Panini, mas que também estiveram presentes em outra coleção muito popular no Brasil, A Coleção de Graphic Novels da DC Comics da Editora Eaglemoss. Abaixo você encontrará uma linha do tempo dentro da qual poderá identificar cada encadernado e assim determinar a ordem de leitura conforme as histórias foram originalmente concebidas.



ORDEM DE LEITURA

Nº 0 - Lanterna Verde - Origem Secreta.

Nº 1 - Coleção de Graphic Novel DC Eaglemoss #59 - Lanterna Verde e Arqueiro Verde - Na Estrada.

Nº 2 - Coleção de Graphic Novel DC Eaglemoss #30 - Lanterna Verde - Crepúsculo Esmeralda/Novo Amanhecer.

Nº 3 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - Renascimento.

Nº 4 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - Sem Medo.

Nº 5 - DC DeLuxe (Panini) Lanterna Verde - A Vingança dos Lanternas Verdes - contém as edições da Coleção de Graphic Novel DC Eaglemoss #69 e #103. 

Nº 6 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - Procurado - contém a edição da Coleção de Graphic Novel DC Eaglemoss #74.

Nº 7 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - Tropa dos Lanternas Verdes - O Lado Negro do Verde.

Nº 8 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - A Guerra dos Anéis - Parte 1 de 2.

Nº 9 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - A Guerra dos Anéis - Parte 2 de 2.

Nº 10 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - A Ira dos Lanternas Vermelhos.

Nº 11 - DC DeLuxe (Panini) - Lanterna Verde - Agente Laranja.

Nº 12 - DC Deuxe (Panini) - Lanterna Verde - A Noite Mais Densa.

Nº 13 - DC DeLuxe (Panini) - O Dia Mais Claro.

Bem amigos... É isso aí! Um grande abraço à todos!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

O 100º Aniversário de Isaac Asimov. O que temos no Brasil hoje?


No dia 02 de Janeiro de 1920 nacia em Petrovichi, Rússia, Isaak Yudavich Azimov, o nosso Isaac Asimov. Escritor prolífico, Asimov ajudou a moldar a face da Ficção Científica no século XX escrevendo livros que viriam a figurar entre as maiores obras de ficção e fantasia de todos os tempos. O autor escreveu ou editou aproximadamente 500 livros durante sua vida e, embora eu não conheça todos (obviamente), posso dizer que sou seu fã. No Brasil, atualmente, Asimov está nas competentes mãos da Editora Aleph, que vem lançando obras importantes (em uma velocidade que poderia ser maior pensando como fã). Em comemoração ao seu 100º aniversário de nascimento, este post visa trazer o que temos hoje do autor no Brasil em se tratando de livros impressos em circulação em português, excluindo e-books ou livros já publicados há muito tempo e que estão hoje fora de catálogo.

Deixarei links para compra na Amazon (caso você tenha interesse). Comprando pelo link você ajudará o Blog a manter sua periodicidade e qualidade. 

Começarei pela obra mais importante de Asimov (em minha opinião) atualmente em circulação no Brasil: A Saga Fundação. Nas imagens abaixo você verá os livros e a sequência de leitura que recomendo para a obra.

Links para Compra:

Livro 1 - Fundação: https://amzn.to/2FlnhaV

Livro 2 - Fundação e Império: https://amzn.to/35oTZCF

Livro 3 - Segunda Fundação: https://amzn.to/2ZTi9nC

Box Trilogia Fundação: https://amzn.to/37Ci4HN

Trilogia Fundação Volume Único: https://amzn.to/2QOJIKS

Links para Compra:

Livro 4 - Limites da Fundação: https://amzn.to/2ZSz6Ph

Livro 5 - Fundação e Terra: https://amzn.to/2tCJOwZ

Livro 6 - Prelúdio à Fundação: https://amzn.to/2QtS7UV

Livro 7 - Origens da Fundação: https://amzn.to/2sFDGnT

Box Fundação - Declínio e Ascenção: https://amzn.to/39KxawP

Além da Saga da Fundação, outra importante série do autor trata de um de seus temas mais frequentes, Robôs. A Série dos Robôs é constituída de 04 livros, As Cavernas de Aço, O Sol Desvelado, Os Robôs da Alvorada e Robôs e Império, dos quais apenas os 3 primeiros possuem edição atual no Brasil pela Aleph. Porém, acredito que o 4º livro (Robôs e Império) deva estar nos planos da editora.

Links para Compra:

Livro 1 - As Cavernas de Aço: https://amzn.to/2ujSKrv

Livro 2 - O Sol Desvelado: https://amzn.to/37BVTBi

Livro 3 - Os Robôs da Alvorada: https://amzn.to/2ZT1ZLa

Os livros abaixo são independentes e, embora Asimov tenha, mais para o fim de sua vida, vinculado todas as tramas que escreveu à um mesmo Universo coeso, ou seja, todas suas histórias se passariam no mesmo universo ficcional em momentos distintos, os livros abaixo podem ser lidos sem qualquer preocupação cronológica. É muito interessante, no entanto, o leitor tentar descobrir em que momento determinada história do autor se passa no vasto período de tempo do Universo Asimoviano.

Links para Compra:

Pedra no Céu: https://amzn.to/2tvPtoT

Eu, Robô: https://amzn.to/2uoEUEt

O Fim da Eternidade: https://amzn.to/2uoF8LP

Os Próprios Deuses: https://amzn.to/2ZUtuny

Bem amigos, isto é o que temos de Asimov atualmente no Brasil pela Editora Aleph. Existem outras edições do autor (disponíveis em sebos) lançadas no passado por outras editoras circulando em nosso país. No entanto, no que se refere à edições recentes e modernas, é isso. Que a Editora Aleph tenha vida longa e traga muito mais do autor. Este é meu desejo para a editora em tempos de reinvenção do mercado editorial brasileiro.

Gde. Abc.
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