segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Zona Morta


O que você faria se soubesse com a máxima certeza, absoluta certeza, que uma determinada pessoa que você conhece, em seu futuro, estaria destinada a cometer atos extremamente violentos e cruéis contra a humanidade? Por exemplo: O que você faria se você vivesse na época em que Hitler fosse ainda um jovem, mas você soubesse, com absoluta certeza, o que ele faria no futuro? Tal certeza seria apenas sua e de mais ninguém. Em 1979 Stephen King (em sua fase mais genial em minha opinião) escreveu um livro magistral à partir desta premissa chamado "Zona Morta". Ninguém até hoje conseguiu discecar de forma tão assustadora a sociedade norte-americana como Stephen King. Em seus livros ele conseguiu mostrar o que pode se esconder abaixo do verniz da sociedade. King mostra o que há além das boas relações entre vizinhos, o que há além da vida pacata de cidades do interior americano. Porém, o faz sem perder de vista as pequenas pérolas escondidas no dia a dia, como por exemplo a "justiça", o "companheirismo" e ... até mesmo o "amor".


Em minha adolescência, esse livro (da saudosa coleção Best-Sellers da Abril Cultural) caiu em minhas mãos em 1985, a partir dalí, entendí que nem tudo é o que parece, e que é possível a existência de um mundo desconhecido próximo de nós. Zona Morta conta a história de John Smith, um jovem e poético professor. John está às portas de se lançar ao destino da grande e maciça maioria de jovens: casar com sua bela e apaixonada namorada, Sarah Bracknell e passar o resto de seus dias trabalhando e criando seus filhos. Um terrível acidente, no entanto colocaria John em coma por vários anos. Quando acorda John percebe-se em um mundo já diferente do seu e sem a possibilidade de resgatar seu amor por Sarah. O que John não sabia, ainda, é que uma habilidade extremamente nova, ou extremamente antiga, da humanidade fora acionada em sua mente, permitindo-lhe perscrutar através do tecido do espaço-tempo.


O livro é simplesmente fantástico e muito bem escrito. Stephen King havia acabado de lançar outro livro simplesmente inquietante "O Iluminado", e estava em plena forma narrativa. A história de John Smith transformou-se em filme em 1983 nas mãos do competente diretor David Cronenberg. Christopher Walken interpreta um John Smith convincente e, em minha opinião, este é um dos pontos altos de sua carreira.

Christopher Walken como John Simith
Walken consegue interpretar a dimensão da tragédia na vida de seu personagem e a estranheza que seu novo dom lhe proporciona. Suas visões são poderosas e involuntárias sendo que, cada vez que acontecem enfraquecem seu corpo. Essa dualidade entre um poder gigantesco e aterrador em um corpo cada vez mais frágil pode ser muito bem vista ao longo do filme. A triste, solitária e ao mesmo tempo forte personalidade de John deve ter sido um desafio para Christopher Walken, mas em minha opinião ele se sai muito bem. Infelizmente, talvez por escolhas indevidas para outros papéis, Walken não voltaria a alcançar essa dimensão dramática em sua vida de ator.

John Smith em uma de suas visões

Zona Morta não é simplesmente um livro ou filme de suspense ou terror, como você pode inicialmente intuir ao vê-lo perdido numa parte empoeirada de uma estante de alguma livraria ou locadora. É uma história sobre a tragédia pessoal de um homem e sua raiva diante do destino que lhe é reservado. Destaco também a trilha sonora do filme, que possui um tema central que se repete constantemente e que ambienta corretamente os sentimentos de John Smith.

O grande amor de John, Sarah Bracknell, interpretada pela atriz Brooke Adams

Todos os acontecimentos na história caminham para a ideia de que o dom de John possui uma razão maior. Sua maldição, ou dádiva, teria sido colocada alí por Deus por alguma razão que sempre lhe escapou. Esse destino é totalmente ligado à figura do candidato ao senado americano Greg Stillson. Stillson é o esteriótipo do político articulado, contumaz e arrebatador de massas. O veterano ator Martin Sheen o interpreta de forma brilhante, dando-lhe aquela característica de político insanamente verdadeiro e correto, embora falso e perigoso.

O candidato ao senado americano Greg Stillson, interpretado por Martin Sheen

Para mim Zona Morta foi um marco sobretudo pela época em que lí o livro. A adolescência traz consigo a mesma estranheza que invadiu John Smith ao se perceber com aquele estranho dom. Cheia de incertezas, possibilidades, solidão, alegrias, inadequações pessoais e esperança, é uma fase que me proporcionou grande identificação com John e sua história. Tudo isso coloca esse livro e filme em um lugar especial em minha vida, ecoando perguntas que me faço até hoje.


Encerro com a imagem de um dos poucos momentos felizes na vida de John Smith.

Abraço à todos...

28 comentários:

  1. Grande Marcelo,

    Não conhecia este volume... Meu favorito de Stephen King é "It", aqui ficou como "a coisa" de um palhaço mortífero, já viu?

    Mas fiquei interessado, vou dar uma busca em alguns sebos para dar uma olhada... Bem explicado, muito bom...

    Grande abraço,

    Daniel

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    1. Oi Daniel...

      Blz?! Conheço "It" sim. Aliás um dos filmes sobre palhaços mais assustador até hoje. Talvez o maior eu ousaria dizer. Muito bom mesmo. Talvez a única coisa estranha que talvez eu tivesse alterado seria a explicação final para a existência da criatura. Mas mesmo assim o filme poderia sim ser colocada entre as obras primas do horror.

      Você consegue achar "Zona Morta" com facilidade em sebos. O livro de maneira alguma é datado e se encaixa muito bem em nossa época. Nada a ver, no entanto com a série de TV mais moderna que tentaram fazer em cima da ideia de Zona Morta, chamada "O Vidente". Essa série foi uma tentativa mal feita de tentarem ganhar dinheiro em cima da história original.

      Um dia se vc ler me avise!

      Abção!!

      Marcelo.

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    2. Discordo sobre serie ser feita so pra ganhar dinheiro. A serie trouxe mais coisa nova e ate alterou um dos finais do filme pra surprender quem viu o filme (sobre livro nao posso dizer, nao li). Stillson da serie parece ate mais cinico do q o do filme. Ja o cara q faz John Smith é q nao achei boa atuação.

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    3. Olá Neto!

      Blz!? Então... interessante seu comentário. Confesso que depois dele eu vou olhar com mais atenção a série. Eu assisti alguns episódios e reconheço que formei uma opinião levando em consideração apenas um extrato da série. E isso realmente é injusto com qualquer obra.

      Valeu mesmo.

      Abc.

      Marcelo.

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  2. Ótima postagem!

    Já vi o filme, mas nunca vi sequer o livro. Confesso que sou ignorante quanto às obras de King, mas o que vc falou sobre a época de melhor produção dele é bastante repetido por aí, pelos fãs de verdade. Certamente, procede. Talvez o problema de King seja "escrever demais". Posso tá falando bobagem. Mas acho que ele não medita muito sobre o que, há alguns anos, vem escrevendo.

    Faz tempo que vi a adaptação para o cinema. Ali, tem tudo o que gosto: um ótima enredo, bem conduzido, com excelentes atuações. Aliás, David Cronenberg, Christopher Walken e Martin Sheen, numa boa adaptação de King... esperar mais o quê?

    Curiosa essa postagem, hoje, pois há uns dois dias ganhei O Iluminado de minha namorada. Nunca li, mas o filme de Kubrick está no meu top 5 horror! Como vc já falou na postagem, ambas as obras são de um mesmo período bastante criativo para King.

    Abç!

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    1. Oi Kleiton...

      Stephen King teve um período genial em sua vida (provavelmente quando ainda não havia se tornado famoso) em que conseguiu cutucar fundo o "Estilo de Vida Americano" tendo o terror como pano de fundo. O Livro (Zona Morta) pode ser encontrado com facilidade em sebos. Eu recomendo sua leitura mesmo hoje, pois é super atual.

      Stephen King atingiu um nível de sucesso que é ao mesmo tempo um vitória e uma "maldição", pois aquele ímpeto inicial de escrever parece se esvair. Resumindo... Qualquer coisa que ele escrever venderá dentro de um patamar adequado, sendo assim não há tanto estímulo. Isso acontece com atores também. Exemplo que cito é o de Robert De Niro, um grande ator, mas que talvez não liga muito mais para a escolha de papéis específicos e nem "molha" tanto a camisa mais na caracterização do personagens. Até mesmo porque interpreta personagens que não exigem tanto.

      O Iluminado deve ser lido, até porque há diferenças importantes entre a história do livro e do filme, principalmente em relação ao desfecho final. O Terror no livro é extremamente mais consistente e palpável. Lí O Iluminado quando estudava em um Colégio Interno e confesso que tinha medo de ler o livro à noite, quando tudo ficava quieto no colégio. Recomendo muito.

      Do Stephen King também lí "A Hora do Vampiro" (Salem´s Lot) de 1975. Uma das histórias mais assustadoras de Vampiro que já ví. Além dele também "Cemitério Maldito" (Pet Sematary) de 1983. Esse aliás é para mim um livro que marca a transição de um Stephen King mais vigoroso e original e um outro, mais domesticado, como é o caso do Stephen King de "Insônia" (Insomnia) de 1994.

      Abc!

      Marcelo.

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    2. Marcelo,

      espero não demorar a lê-lo. Quanto à adaptação de Kubrick, o que mais gostei foi de seu aspecto ambíguo, onde não sabemos até onde é loucura (individual e coletiva) e até onde estamos diante do sobrenatural...

      Abç!

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    3. Do ponto de vista sobrenatural o Hotel de "O Iluminado" seria para mim uma grande receptáculo de almas. Como se fosse uma Teia de Aranha que aprisiona almas. Uma "Armadilha" para ser mais exato.

      No filme, a imagem final mostra um Jack já incorporado à memória do Hotel. Isso pode ser comprovado ao vermos ele na foto da festa da década de 20. Qual a necessidade do Hotel, ou seja lá "O que for esse Hotel" de colecionar "almas" fica um mistérios.

      Porém, a possibilidade do isolamento ter provocado tudo aquilo na mente de Jack também é plausível. Não esqueçamos é claro do Iluminado propriamente dito, pois Danny traz consigo as "antenas" capazes de captar a verdadeira identidade do Hotel.

      Abc!

      Marcelo.

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  3. Ah, tb sou fã do selo Best-Sellers.

    Se quiser dar uma conferida sobre algo que já escrevi baseado em obras dessa linha editorial, tá aí um link:

    http://kleitongoncalves.blogspot.com.br/2011/06/biondetta.html

    Abç!

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    1. Lí a matéria do link acima. Muito boa.

      Fiz algumas observações sobre ela lá. Mas destaco sua lembrança do "Bebê de Rosemary". Um filme que realmente me perturbou. Sobretudo pelo fato de contar uma história que é bem possível que aocnteça, dado a existência de igrejas satanistas.

      Valeu!

      Marcelo.

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  4. ótimo post, Marcelo....

    sou num grande fã dessa obra, desde q assisti a "Zona Morta" na TV nos anos 80 (passou num "Supercine" da Globo)!!!

    Hj, eu tenho o DVD do filme... e tbm o livro (q saiu pela Objetiva e custa uns 25 pila - tem cerca de 500 pág)!!!

    adoro os 2 (filme + livro)... só o seriado de TV q eu achei uma porcaria (e nem quis seguir assistindo)!!!

    Abs!!!

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    1. E aí Léo?

      Olha o livro é muito bom. Recomendo muito à você (caso não tenha lido ainda). Como sempre a história é expandida de forma muito envolvente.

      O seriado eu nem comentei no post porque realmente foi uma tentativa de se ganhar em cima de uma ideia que deu certo no livro e no cinema. Colocaram um ator com pinta de galã para fazer sucesso entre as meninas e que vive fazendo cara de "... Me adota..."

      Ou seja, caça níquel sem choro nem vela. Pra vc ter uma ideia eu nem me dignei a assistir porque sabia que ao fazê-lo o livro e o filme ficariam maculados com essa verdadeira "nódoa" chamada "dinheiro a qualquer custo". Nada a ver com o filme do Cronenberg.

      Vou procurar o DVD pra comprar. Como é antigo, caso eu o ache, deve ser baratinho.

      Abc.

      Marcelo.

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    2. Neto ( ygwhkeof@tafmail.com )7 de novembro de 2015 22:40

      A atuação do protagonista foi ate ruim, mas a serie nao foi so pra arrancar dinheiro. Nao da pra sacrificar seri inteira por causa de um ou alguns episodios.

      Algumas pessoas ate disseram q a serie em alguns ptos é mais fiel ao livro q o filme.

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    3. Oi Neto...

      Legal sua participação em vários comentários aqui. Como disse acima vou olhar com um novo olhar a série que agora você lança uma nova luz. Relendo meu comentário acima percebo que fui mesmo muito "virulento" e "ácido" no comentário.

      Valeu!!

      Marcelo.

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  5. Boa tarde, Marcelo!

    Não li nenhum livro de stephen King ainda.... uma das minhas metas deste ano é baixar a compra dos gibis para dar tempo ao que tenho aqui e também ler algum livro. É tão bom quando encontramos um livro interessante, dá a impresão de estarmos em um filme!

    Mas, já vi e revi e re-revi alguns filmes desse autor que eu considero um dos grandes Mestres no gênero. Não conhecia esse título. O que você achou melhor, o filme ou o livro?

    O que eu acho curioso nesses filmes é o elenco. Há vários artistas desconhecidos que são realmente bem talentosos. Isso acaba um pouco com aquela sensação massante da gente assistir sempre a filmes com os excelentes atores que já conhecemos, mas que tem um elenco cheio de cartas marcadas. Nada contra, também gosto, mas é bom encontrarmos um elenco sem tantos conhecidos.

    É legal quando a gente vê um e outro ator que acabou obtendo sucesso em sua carreira. Lembro de quando o Kevin Bacon foi revelado no primeiro filme de Sexta-Feira 13, lá pelo comecinho dos anos 80. E o coitado ainda foi uma das primeira vítimas, sendo que nem era o Jason voorhees que matava naquele filme, mas a mãe dele. Também teve o Johnny Deep, que morreu em A Hora do Pesadelo 1, também dos anos 80. E assim aconteceu com mais alguns outros grandes nomes que conhecemos por aí, os quais um dia foram só "mais um" em um elenco de filmes de suspense, drama ou terror.

    Muito legal ver os filmes onde tem o dedo de Stephen King! Muito legal encontrar quem também aprecia! Às vezes, sinto-me um pouco oslitário nesse meio, pois as pessoas próximas a mim, aqui onde vivo, simplesmente não gostam muito desse gênero.

    Obrigado por compartilhar o conteúdo que, como sempre, o que mais gostei são suas opiniões e impressões sobre a obra.

    Valeu mesmo, cara!

    Abraços, tenha uma ótima semana!

    Fabiano Caldeira.



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    1. Oi Fabianao...

      Comentava isso esses dias mesmo, dizendo que encontrar um bom livro é uma grande experiência. Aquela sensação de não ver a hora de pegá-lo novamente para saber mais um pouquinho. Nossa... isso não tem preço mesmo.

      Quanto ao que é melhor: Zona Morta Livro ou Filme? Cara... Pergunta difícil essa! Pois em geral eu respondo "Livro" de cara, por causa de tudo que a gente já falou sobre a diferença dessas duas mídias, mas nesse caso tá difícil! Eu acho os dois muito bons, mas para não fugir à sua pergunta, se eu tivesse que escolher entre um e outro para levar para algum lugar um dia acho que escolheria o "livro" pelo prazer da história se prolongar mais.

      Acho muito legal esse negócio de encontrar gente desconhecida, atores desconhecidos que dão show! E olha que quando algum ator vai do teatro para o cinema aí sim vc vê uma diferença brutal!

      Essas referências que vc dá do Johnny Deep e Kevin Bacon eu nem sabia. Caraca! Fiquei até curioso para checar! Lembro também que o Matthew McConaughey também participou de um filme de horror dos anos 80, mas não me lembro qual (talvez Massacre da Serra Elétrica (?)). Tem também o Samuel L. Jackson que fez um ladrãozinho "mequetrefe" que invade a lanchonete em que o Eddy Murphy trabalhava em "Um Princípe em Nova York". O pior de tudo é que ele parece que nem envelheceu! Lá ele parece o Nick Fury nos "Vingadores"! rs rs

      Realmente... É engraçado isso. Não conheço muita gente mesmo que aprecia Stephen King. O que faz com que nem dê muito para trocar figurinhas sobre esse assunto. Um dos meus sonhos seria ter um grupo que se reunisse periodicamente para discutir "Filmes", "Quadrinhos", "Livros"...

      Agradeço seu comentário Fabiano. Legal vc ter gostado!

      Abção!

      Marcelo.

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  6. Lendo os comentários, parece ser unânime na internet, entre leitores de suspense, que o livro O ILUMINADO é bem melhor do que o filme. Embora também seja unânime o fato de que as mesmas pessoas também considerem O ILUMINADO como um dos melhores filmes dele. Chega a ser curioso isso.

    Agora vou mesmo.

    Abraços. Fabiano Caldeira.

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    1. É verdade isso. Ao compararmos os dois "Iluminado Filme" com "Iluminado Livro" em geral escolhemos livro. Mas isoladamente os dois são magníficos.

      Isso mostra que a visão do Kubrick, embora um pouco diferente da do Stephen King, era brilhante também. Digo isso porque algumas coisas no filme são diferentes em relação ao livro. Taí uma adaptação que se iguala ao livro sem sombra de dúvida.

      Abc!!

      Marcelo.

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  7. Marcelo, onde você diz:

    "Lembro também que o Matthew McConaughey também participou de um filme de horror dos anos 80"


    Eu lembro do Samuel L. Jackson, mas não me lembro desse ator aí, não. Não sei nem que é. rsrsrs...

    Também o Danny Glover fez um filme de Stephen King, chamado "Sonambulos". Ele era um guarda que tinha um gato... e também morreu logo. rsrsrs..

    Abraços. Fabiano Caldeira.

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    1. Oi Fabiano!

      Achei o tal filme com o Matthew McConaughey (esse ator fez "Contato"; "Como perder um homem em 10 dias" entre outros).

      O filme é "O Massacre da Serra Elétrica - O Retorno" de 1994. Ele faz junto com a Renée Zellweger (Do "Diário de Brigite Jones"). Ele tava começando a carreira junto com a Renée. Veja no link:

      http://www.imdb.com/title/tt0110978/

      Esse Sonâmbulos eu assistí mas não lembro deo Danny Glover. Pra vc ver como a gente às vezes não presta atenção! rs rs

      Abc.

      Marcelo.

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  8. Marcelo, eu vi teu link e depois pesquisei mais fotos no Google. Mas não consegui lembrar do cara. O Massacre da Serra Elétrica, só vi o remake e achei muito foda aquilo. Aliás,estou preparando para ser uma das minhas próximas postagens.

    O Danny Glover fez um guarda que tenta parar o rapazinho vampiro-alien quando ele passa a toda a velocidade. No momento, ele ficava brincando com um gato vira-latas dentro do carro até o rapaz passar e ele persegui-lo até uma mata... e morrer por lá mesmo. Acho que não foi nem meia hora de filme. Parece que ele era chamado de xerife. Falei que era guarda por causa do uniforme... É que eu tinha esse filme em fita K7 e eu acabei assistindo sempre quando tinha preguiça de ir à locadora... rsrsrs... também porque eu queria ouvir a música da ENYA (Boadicea), que tocava no finalzinho do filme. rsrsrs..

    Abraços. Fabiano Caldeira.

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    1. Legal Fabiano... Vou ficar de olho para essa postagem então. Nunca assisti a nenhum dos filmes do "Massacre da Serra Elétrica". Vou ler sobre esse universo no seu blog então.

      Engraçado esse personagens altamente descartáveis nos filmes. Sempre achei isso injusto com esses atores. São só buchas de canhão! rs rs

      Hoje fui na lacadora e ví "Sonâmbulos" na estante. Fiquei até com vontade de alugar.

      Abção!

      Marcelo.

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  9. Marcelo,

    Esquece o Danny Glover. Pesquisei algumas informações técnicas desse filme "Sonâmbulos" e no elenco não há um nome dele em lugar algum. Devo ter confundido o tal guarda ou xerife com uma cara parecido com ele.

    Só a título de conhecimento, entao, não há Danny Glover no filme.

    Abraços. Fabiano Caldeira.

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    Respostas
    1. Beleza Fabiano... Se eu alugasse eu ficaria procurando o Danny mesmo. Foi bom vc falar.

      Vou ficar de olho nessa cena quando for assistir!

      Abc.

      Marcelo.

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  10. Aliás, até o gato do tal policial tá no elenco. Seu nome é Ernie Lively ....rsrsrs..... provavelmente o nome verdadeiro do oficial deve ser o "O. Nicholas Brown"...rsrsrs.. mas, há mais policiais listados, aqueles que morreram tão ou mais rápido do que o que te falei. rsrsrs...

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    1. Poxa ... 05 minutos de fama para o gato!! Ah Ah Ah !!

      Lembro que nesse filme Sonâmbulos tocava uma música instrumental dos anos 60 muitto legal. Essa música é fantástica. Também gosto da Enya, mas nem lembrava que tinha música dela nesse filme. Mais um motivo para eu rever o filme.

      Abção.

      Marcelo.

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  11. Oi, Marcelo!

    Eu me lembro perfeitamente da música anos 60 que você falou. Ela é a música do rapazinho de nome Charles Brady. Um dos momentos em que ela toca bem é quando ele dança com sua mãe enquanto ambos planejam o que fazer com Tanya, a garota que estava afim de Charles. E daí, um tempo após, vem uma cena que sugere um incesto... tudo ao som da música que você falou, que é muito bacana.

    A da ENYA toca só nos segundos finais e fica tocando enquanto passam os créditos. Eu passei a gostar de ENYA através desse filme.

    Tenha um ótimo dia, Marcelo!

    Abraços. Fabiano Caldeira.

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    Respostas
    1. Então...

      Essa música instrumental é bem romântica, e isso deixava a cena mais estranha ainda, pelo fato de mãe e filho estarem dançando.

      Gosto bastante da Enya também, mas não lembrava dessa música dela ao final.

      Mais um motivo para eu alugar para ver novamente.

      Abc.

      Marcelo.

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